Sweet Solution: Para ouvir um boa trilha sonora e se perder no filme “Alice no Pais das Metralhadoras”

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O filme começa tocando Sweet Dreams, mas espera.. É uma voz feminina? Acho que é a melhor versão, tirando a original, que eu já ouvi desse clássico!

Sucker Punch é uma mistura de videogame com anime e… cabarés, nazistas, robôs, samurais, gângsters, dragões e cortesãs com roupas de colegiais. Mas, todo esse mundo “Surreal” se passa somente na mente da personagem principal que usa sua mente para maquiar a triste realidade que se encontra.

Seu padrasto interessado no dinheiro de sua família a manda para um sanatório (daqueles que tem choques elétricos) e vai lobotomiza-la, pois ela é a única herdeira e sendo incapaz de responder por si mesma (é isso que a lobotomia faz) ele ficaria com todo o dinheiro e etc. 

Babydoll (Emily Browning) – esse é o nome da protagonista, ou pelo menos é na mente dela – arma um plano de fuga e junto com suas amigas, vulgo outras garotas internadas no lugar. Ah, esqueci de dizer que a Vanessa Hudgens também faz parte do elenco, para quem liga. Alguns até chegaram a classificar o filme como “Alice no País das Maravilhas com Metralhadoras” que fez bem jus ao estilo.

Enfim,  é uma mistureba que até fica elegante para quem gosta dessas coisas, Zack Snyder (o diretor) é conhecido por ser um diretor de filmes nerds, então é claro que por de trás da trama tem uma mensagem de vida, algo como “REALIDADE É UMA PRISÃO“. Continuar lendo

Sweet Solution: Para quem tem uma lista de inimigos e não sabe o que fazer com ela

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Deixa eu adivinhar? Você tem uma lista enorme de inimigos mortais. E se empenhou muito em aumentá-la ao longo dos anos, um exemplo disso é o doutor Sheldon Cooper do seriado The Big Bang Theory, a sua lista de inimigos é tão antiga que ainda está gravada em disquetes.

Mas, o que fazer com aqueles nomes que incluem aquele fulaninho que quebrou seu brinquedo no jardim de infância e o sua ex que bateu seu carro? O escritor Tsugumi Ōba criou uma série de mangá bem reveladora no quesito “matar inimigos” e limpar o mundo do mal: Death Note (Caderno da Morte) que pode ajudar você.

Sinopse: Um macabro caderno cai nas mãos de um rapaz incrivelmente inteligente. Raito não somente o testa, como consegue fugir sem problemas e por um bom tempo de uma equipe de investigação, sendo um dos homens que o procuram, seu pai. Ele é enfrentado por “L”, o melhor detetive do Japão, e aos poucos consegue até sua confiança, entrando para a equipe.

Conheci Death Note a uns 2 anos e praticante devorei os episódios. É um anime inteligente, não é um história vazia sem conteúdo que você assiste para passar o tempo. Há muito a aprender nas questões de lógica, raciocínio, justiça, como lidar com o poder, etc.

Abaixo estão listados 10 motivos para você gostar: Continuar lendo

Sweet Solution: Para ler um Romance clássico e não se chatear

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Meu lado mas nerd diz respeito a animes e assombrações, o meu outro lato digamos “culto” é apaixonado por clássico, o seu também, sweet? Agora e se… juntássemos esse clássico com zumbis, ninjas e mestres shaolins? É isso que acontece no livro “Orgulho, Preconceito e Zumbis”. 

A história é 80% a mesma, o que muda mesmo são os extras. Imagine você num baile vitoriano e de repente zumbis invadem essa paisagem e começam a devorar todo mundo? É isso que se passa no livro. Uma pitadinha de emoção no clássico romântico. Não que a intriga matrimonial já não seja emocionante para quem gosta...

“Cuidado com o cérebro, Senhor Darcy!”

Claro que o livro “montou” nessa febre de fantasia sobrenatural macabra que está rolando hoje em dia, mas não deixa de ser interessante. A coleção [Clássicos Fantásticos] do qual faz parte é recheada de releituras dos clássicos e uma boa para quem não gosta de ler “os livros chatos” da escola.

Depois de você ler a versão “bizarra” acaba tendo interesse pela original, pelomenos é o que eu venho vendo acontecer com por exemplo: ” Senhora, a Bruxa” ou “Dom Casmurro e os Discos Voadores” ou até “A escrava Isaura e o Vampiro”. Como poderia ser ruim? Os clássicos que somos “obrigados” a ler de um jeito totalmente remasterizado e eficientes? Continuar lendo

Sweet Solution: Para você aprender a viver com(o) o Dr. House

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Dr. House: “Acontece que as suas opiniões não dão bons resultados. Aconselho a usar as minhas”.

Se você é um house-maníaco como eu, e está órfão depois que a série acabou-se vai com certeza querer ler: “Dr. House – Um guia para a vida“. Antes de mais nada ignore o fato que é uma “auto-ajuda” porque é a AUTO-AJUDA DO HOUSE. Assim, sweet você poderá aprender o estilo de vida e absorverá a personalidade do seu médico genial favorito.

Classifico-o como o anti-herói das auto ajudas, claro o House é o anti-herói dos médicos: viciou-se em Vicodin, foi preso, manda sua equipe invadir a casa dos pacientes, humilha os membros de sua equipe, desrespeita ordens de seus superiores, faz pouco caso do melhor amigo, pouco se importa com o contato pessoal com seus pacientes, rouba o notebook da namorada, e um monte de outras coisas geniais que não caberiam em uma Bíblia…

Dr. House: Está vendo? Eles assumem que sou um paciente por causa da bengala.

Dr. Wilson: Então use um jaleco branco como nós.

Dr. House: Não quero que pensem que sou médico!

Toni de La Torre, o autor, é um especialista em televisão e tecnologia, e pelo que eu vi um house-maniaco também, o livro tem um quê que o próprio house poderia tê-lo escrito. Basicamente ensina os passos para não encontrar a felicidade: porque ela é chata (quer algo mais House que isso?)!